Ceará e a mais absoluta falta de planejamento

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Contratar o lateral direito Ceará, com 36 anos, no início de agosto, é a prova concreta da total falta de planejamento do atual departamento de futebol do Inter.

O clube trouxe P.C. Magalhães para ser o reserva de William, mas desde cedo se viu que não daria certo, tanto que Fabinho vinha sendo usado no setor. Mesmo assim, nada foi feito.

Ceará tem uma história brilhante no clube, ninguém discute isso, tomara que possa dar uma boa resposta, mas é a demonstração clara da mais absoluta falta de planejamento dos dirigentes.

Na lateral esquerda o Inter tem três jogadores que vieram da base e nenhum deles em condição se ser titular no momento.

No ataque só agora chegou um jogador realmente qualificado, Nico López, e o clube segue com pouquíssimas opções para a zaga.

Enfim, um grupo desequilibrado e que se arrasta desde o início do ano com desempenho pífio, mascarado por alguns bons resultados.

 

3 Comentários em Ceará e a mais absoluta falta de planejamento

  1. DÁ OU NÃO DÁ PARA ENTENDER.

    O Piffero, presidente do Inter, em quem a torcida acreditava e elegeu massivamente para presidir o nosso Club, depois de eleito, demonstrou parecer ser marinheiro de primeira viagem: começou erroneamente na avaliação dos técnicos, desdenhou e depois voltou atrás, criando animosidade nos técnicos de futebol.

    Em termos de jogadores, voltou o velho “bastantão” dos anos 90: compravam baratinho para não dar em nada. Hoje, porém, há uma grande diferença, usamos o “bastantão”, mas pagamos salários de craque.

    Há no time muitos jogadores com nível de desempenho “regular” para menos. Os jogadores com nível entre “razoável” e “ruim”, quando possuem a oportunidade de jogar, “se machucam”, não trazendo, portanto, benefício algum para o time como um todo.

    São poucos os jogadores que honram a camisa do Inter. Cito como exemplo Willian, Valdívia, Nico Lopez e os goleiros Danilo Fernandes e Marcelo Lomba. (Um voto de confiança ao jogador Seijas, e paramos por aqui)

    O jogo ocorre com duas equipes formadas por 11 jogadores de cada lado. No entanto, esse número se trata de algo fictício, uma vez que podemos contar nos dedos os jogadores nos quais podemos confiar. Mais da metade do time poderia ser mandada embora e, com certeza, não faria falta alguma.

    Espero que a direção do Inter não vá ficar com os jogadores até que os mesmos se aposentem, como por exemplo o Paulão e o Ernando, os quais mesmo contribuindo de forma mínima, se fazem presentes há alguns anos.

    A (des)organização e as decisões que vem sendo tomadas caracterizam a situação do Internacional como algo caótico.

    Jogadores passivos, mas tagarelas nos microfones. Todo final de jogo é a mesma choradeira de sempre: dizem que têm que ter vergonha na cara e paralelamente, mais pegada. Aí eu pergunto: quando que tiveram estas qualidades?

    Meu pobre Inter, vamos torcer para que o ano acabe logo e, para que tu não caias para segunda divisão.
    É preciso que o próximo candidato à Presidência do Inter tenha maior experiência e passe pela avaliação de nós associados. É necessário, antes de tudo, respeitar a torcida do Inter e não apenas brincar com o dinheiro dos associados.

    José Antônio Lopes dos Santos,
    Sócio do Sporte Club Internacional.
    Osório-RS.

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