Vitória no sufoco

A maior dificuldade do Grêmio foi fazer os gols nas situações que criou para isso. Foram 26 finalizações, sendo 13 certas, um massacre no segundo tempo, mas um festival de desperdício. Por muito pouco o Tricolor não deixa a vitória escapar.

gremioCom o jogo em um a zero, o time de Roger tinha tudo para aumentar o placar e encaminhar uma vitória tranquila, mas errou tantos gols que acabou sofrendo o empate.

O Figueirense acertou apenas uma finalização em toda a partida e fez o seu gol. Antes disso, Roger já tinha tirado Luan para colocar Bolaños. Deu a impressão de estar pensando no futuro, quando não terá Luan por conta dos Jogos Olímpicos, mas em futebol o fundamental é resolver uma coisa de cada vez e num jogo de apenas um a zero não tem nada decidido.

Depois de sofrer o empate, tirou Douglas e Walace  colocando Pedro Rocha e Bobô. No final deu certo porque Bobô fez o gol da vitória numa jogada de Pedro Rocha, mas a saída de Luan foi precipitada. Mesmo quando não está jogando tão bem, Luan é o principal jogador do time e retirá-lo num jogo que não está decidido é sempre arriscado.

Contra o Santos, o Grêmio vencia de dois a zero, cedeu o empate e só venceu no final. Contra o Figueirense, o predomínio era total e a vitória também só chegou depois dos 45 minutos.

Roger precisa trabalhar a equipe para que ela saiba definir o jogo quando ele está sob o seu controle. Não se dá chance ao azar em futebol e jamais se pensa no próximo jogo antes de terminar o atual.

1 Comentário em Vitória no sufoco

  1. Boa tarde , Cascatinha ! Qual o problema da bola aérea da defesa do Grêmio ? Sempre há um jogador livre na área e individualmente os defensores não conseguem se impor !

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